Trago a dor e engulo a labuta, pois não sou filho da santa.
A minha realidade não é morta.
Sou brasileiro, um "xicano", gitano de coração e pobre por imposição de um tempo que ainda teima em não passar.
Viva a constante inconstância de uma volatilidade inútil quando mais preciso dela...
Sou negro de sangue rubro, vivo a saga de um povo aleijado, isolado a uma condição humana, insana e pobre.
Sou o grito de dor na garganta, preso por medo de se fazer ecoar em ouvidos inóspitos..."


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