Decifra-me ou te devoro!

Como se isso fosse possível!!!
Decifra-la seria o mesmo que atingir o sol sem se queimar, dormir apenas de sunga em pleno Polo norte e morrer de rir ao ver os ursos polares tremendo de frio.
Seria vil, e ao mesmo tempo uma ação de bondade para com o mundo.
Seria a arte de interpretar mas, que em meio ao ápice do espetáculo, sentar em meio a plateia e deliciar-se com o improviso faceiro.
Por outro lado, a simples menção de devorar me, o que faria qualquer um tremer diante de tal ameaça, em mim surge uma louca vontade de que isso ocorra com a intensidade das chamas, as mesmas que ardem em meu peito quando penso em você.
Decifra-la?
Quem se atreverá?
Decifra-la seria o mesmo que atingir o sol sem se queimar, dormir apenas de sunga em pleno Polo norte e morrer de rir ao ver os ursos polares tremendo de frio.
Seria vil, e ao mesmo tempo uma ação de bondade para com o mundo.
Seria a arte de interpretar mas, que em meio ao ápice do espetáculo, sentar em meio a plateia e deliciar-se com o improviso faceiro.
Por outro lado, a simples menção de devorar me, o que faria qualquer um tremer diante de tal ameaça, em mim surge uma louca vontade de que isso ocorra com a intensidade das chamas, as mesmas que ardem em meu peito quando penso em você.
Decifra-la?
Quem se atreverá?
Texto de "Devaneios de um dia sem sol" de Sergio Neumann


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